Escola de storytelling

Uma escola sobre contar, não sobre enfeitar.

Para quem precisa explicar, convencer e engajar no trabalho.

A escola nasceu de uma constatação simples: profissionais competentes perdiam a atenção da sala não por falta de conteúdo, mas pela ordem em que o apresentavam. Faltava a história.

Quando o mesmo material era recontado com contexto, conflito e desfecho, a reunião mudava de tom. Os dados eram os mesmos; mudava o caminho que a plateia percorria.

Daí o desenho do curso: diagnóstico da sua fala, estrutura de história, prática com casos reais e uma apresentação final com retorno individual.

As aulas acontecem em Fortaleza e online, com instrutores que têm experiência em comunicação e ensino. Há turmas abertas e programas fechados para empresas.

Instrutora e aluno revendo o roteiro de uma história

Plateia antes do enredo

O roteiro começa pelo que quem ouve já sabe e pelo que precisa decidir.

Fato antes do adjetivo

Em vez de dizer que o projeto foi incrível, mostramos o que aconteceu e deixamos a plateia concluir.

Ensaio em voz alta

Texto bonito no papel nem sempre funciona dito. Toda história é testada falando.

Retorno individual

Cada aluno recebe observações sobre a própria fala, com o trecho exato que pode melhorar.

O princípio

«Uma boa história de trabalho começa pelo que a plateia precisa entender.»

Frase de abertura da primeira aula

Quase ninguém fala sem ter o que dizer. O que costuma faltar é ordem: o contexto chega tarde, o dado aparece sem cena e o pedido se perde no final. Por isso o curso começa pela plateia, passa pela estrutura e só depois cuida do estilo.

Plateia primeiro

Antes de escrever, definimos quem vai ouvir e o que precisa levar.

Uma cena, um fato

Cada número entra na história junto com uma situação real.

Ensaio em voz alta

A história só fica pronta depois de contada para a turma e revista.

Quem já treinou aqui

Relatos de quem fez o curso

Depoimentos publicados com autorização de cada aluno, sobre o que mudou no jeito de preparar uma fala.

O módulo de dados me fez cortar metade dos gráficos. A apresentação para a diretoria ficou mais curta e mais clara.

Camila R.
analista financeira, Eusébio

Eu achava que liderar era explicar bem as metas. Aprendi a contar de onde elas vêm, e a equipe passou a perguntar mais.

Marcelo P.
coordenador de logística, Caucaia

Contar a própria história no primeiro exercício foi estranho. Na terceira aula já parecia natural.

Renata S.
coordenadora de projetos, Sobral

Experimente uma aula antes de se inscrever

Você traz uma situação real do trabalho e sai da aula com ela organizada em história. Depois decide se segue com a turma.